Morte a culpa.

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Negligente, displicente

indiferente e sem ação,

Me declaro inocente

quase com convicção.

Você reclama por afeto

Eu me recinto com um olhar.

Lembra, ainda somos aliados.

Tenta dessa vez acertar o alvo

Lanças, flechas, catapultas

E mira

No que se deve imputar a culpa.

 

Sei que devo mil desculpas

pela falta de atenção

Mas acuso a minha mente

e inocento o coração.

Só te peço minha flor

algo que podes me dar,

Absorva a consciência

e condene o meu TDA.

 

E me diz se esse grito:

”Morte a culpa!”

Diz: ”Viva a desculpa!?”

 

 

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