Bússola

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Que estranho eu esqueci das chaves,

quem viu aquele meu pen drive,

por favor meu bem destrave

o portão da frente agora,

entenda isso é raridade,

caso assim sem gravidade,

jamais se repetiu em quase

toda essa meia hora.

 

Mas eu tenho um banco de memorias

A caçula  da minha sogra

Bussola  na minha trajetória

Só de março a fevereiro

Me atura desse jeito

Vez em quando se amola

Franze a testa e o nariz  cora

Mesmo assim quase sorrindo

Ela vem me abrir a porta.

 

E amanhã quem sabe eu

Entendo loci de uma vez

E aprendo russo ou japonês

Já bastava um bom português

E com o alfanumérico eu intento

Lembrar senhas de trezentos  dígitos

Mas lamento Perdi o ritmo outra vez.

 

cada dia é um recomeço,

creio que sim pois eu me perco

No caminho que eu conheço,

de onde veio esse beco!?

não repare mas suspeito

deu pane no meu GPS a despeito

do chip chig-ling que implantei.

 

Mas eu tenho um banco de memorias

A caçula da minha sogra

Bussola na minha trajetória

Só de março a fevereiro

Me aceita desse jeito

Vez em quando se esgota

Franze a testa e o nariz cora

Mesmo assim quase sorrindo

Ela vem me abrir a porta.

 

Acha que pra conselheiro

Eu me habilito,

Acho meio esquisito

Votei na cor do seu vestido

Mas rejeitou meu preferido.

Relaxe pois via de regra

Na bancada do meu júri

Você tem voto de minerva.

 

 

 

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