Ao que parece.

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Você gosta de se ver

num espelho de ilusão,

Sempre apreciado

exemplar de perfeição.

Você até que tenta

Resistir ao vil legado

Que transforma todo prisma

Em mero vidro desfocado

 

Careces minha cara

tolerar a frustração,

Careço ao que parece

de brandura e mansidão

 

Troca seu castelo

De Cartas por um de areia.

Mas nada que resista

Ao vendaval da língua alheia.

Quem dera nunca houvesse

Em minha boca uma dessa espécie.

 

Careces minha cara

tolerar a frustração

Careço ao que parece

de brandura e mansidão

 

 

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