Terapeutas filipinos usam surf para ajudar crianças com déficit de atenção. O que podemos aprender disso?

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surf tdah felizConforme noticiado ontem (30/03/15) pelo G1. Professores do Centro de Gestão de Aprendizado e Educação Terapêutica de San Juan, na província de La Union, nas Filipinas, levam seus alunos com síndrome de Down e déficit de atenção para fazer aulas de surf.

Atividade ao ar livre não é tudo que o centro filipino tem a oferecer, outras terapias são utilizadas para melhorar as habilidades sócias e motoras das crianças, além de estimular a autoestima delas.

Ainda segundo o G1, as cerca de 60 criança assistidas pela instituição são incluídas em diferentes interatividades que estimulam o rompimento dos rótulos e tabus associados a crianças portadoras de necessidades especiais, além dos benefícios terapêuticos. Além das atividades na praia eles visitam mercados e shopping centers.

Esse é um belo exemplo que merece ser seguido por nós brasileiros. As atividades físicas e lúdicas associadas a piscoeducação, quando adicionadas ao tratamento farmacológico produzem excelentes resultados no manejo da doença. A abordagem grupal possibilita o convívio com pessoas na mesma situação e a troca de informação sobre problemas comuns. Esse modelo de tratamento multimodal em grupo é especialmente indicado para países com poucos recursos, como o nosso, visto que otimiza a utilização dos profissionais, dos equipamentos e dos recursos quase sempre minguados.

Caso um grupo de apoio assim não estejam disponíveis na sua região, ainda é possível incluir pessoalmente as atividades físicas ao ar livre de diversas modalidades, incluindo o surf, na rotina da criança portadora do TDAH.

Confira a reportagem do G1 aqui.

 

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